A digitalização da economia
Enviada em 14/12/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, pela ONU (Organização das Nações Unidas), assegura a todos os indivíduos o direito à educação e bem-estar social. Entretanto, a falta de conhecimento dos brasileiros em relação a digitalização da economia é um contratempo no desenvolvimento do país, gerando um atraso sobre o setor brasileiro.
Em primeiro lugar, é crucial pontuar a ausência de medidas governamentais para combater a desigualdade de conhecimento econômico. Diante disso, segundo a Uou, cerca de 43% da população brasileira não possuí conhecimento sobre o mercado digital em pleno século xxi, em que parte da economia se encontra na internet, formada por segmentos em que os bens e serviços estão sendo cada vez mais utilizado nos modelos e nas novas organizações empresariais. Nesse sentido, essa declaração, segundo o filósofo contratualista, John Locke, configura-se como uma violação do ‘contrato social’, já que o Estado não cumpre seu papel de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que é evidente no Brasil.
Ademais, é fundamental apontar a falta de investimentos da população brasileira no mercado digital como impulsionador do contratempo no país. Diante de tal exposto, com a falta de conhecimento sobre a digitalização economica, gera o acúmulo de capital sem aplicação, o que leva a desvalorização do dinheiro. Logo, é inadimissível que o cenário continue.
Portanto, é imprescindível que o Ministério da Educação, por intermédio do governo federal, proponha aulas e cursos em redes municipais de ensino, com profissionais da área de investimentos, com o fim de garantir uma educação financeira a toda população. Assim, se consolidará uma sociedade em que o Estado desempenha corretamente seu contrato social, como afirma John Locke.