A digitalização da economia

Enviada em 26/09/2022

A chamada “4. Revolução Industrial”, e um processo atual que transformou a so-ciedade e tem tem como resultado a trasição do ambiente material para o digital. Sob essa ótica, tal mudança alcançou as esferas sociais, o que inclui o cenário financeiro. Assim, é válido salientar as desigualdades encontradas nesse meio bem como a insegurança das pessoas no que concerne à proteção de dados.

Em primeiro plano, é urgente ressaltar que a discrepância social é notada na esfera tecnológica, ao passo que algumas regiões do Brasil sofrem com a carência desses investimentos. Nessa perspectiva, em seus estudos o geógrafo Milton Santos, destacou a marginalização digital em zonas do Norte e Nordeste. Sob esse viés, seja por escassez de competição empresarial ou ausência de incentivos federais o povo das referidas localidades estão cada vez mais “atrasados” em relação as demais e necessitados de políticas desse setor da economia.

Além disso, há ainda a falta de segurança do povo no que diz respeito à proteção de seus dados pessoais, afinal, o ambiente tecnológico é vulnerável aos chamados crimes cibernéticos. De acordo com dados da Federação Brasileira dos Bancos, mais de um terço dos brasileiros ainda não usam o PIX (modelo usado para pagamento eletrônico instântaneo). Dessa maneira, observa-se um certo receio de alguns indivíduos em usar as novas formas computacionais para fins financeiros como efeito da instabilidade notada nesse espaço.

Portanto, constata-se que a digitalização da economia ainda deve ser inalgurada em algumas regiões como tambem aprimorada em outras. Por isso, cabe ao Esta-do, na condição de garantidor dos direitos individuais, criar um programa dpara as camadas mais pobres, por intermédio do auxílio governamental. Para que, por meio dessa ação ocorra a inclusão das partes mais necessitadas, e, como consequência diminua as desigualdades sociais.