A digitalização da economia

Enviada em 08/11/2022

O mito da caverna, de Platão descreve a situação de pessoas que se recusavam a observar a verdade em virtude do medo de sair da sua zona de conforto. Fora da alusão, a realidade caracteriza-se com a mesma problemática no que diz respeito a digitalização da economia. Diante dessa perspectiva, percebe-se a consolidação de um grave problema, em autarcia da formação familiar e falta de conhecimento.

Em primeira análise, a formação familiar mostra-se como um dos desafios para à solução desse imbróglio. de acordo com o sociólogo Talcott Parsons, a família é uma máquina que produz personalidades humanas. Por essa ótica, a problemática da digitalização da economia apresenta-se como um pensamento passado de geração em geração, o que dificulta seu extermínio por forças externas. Dessa forma, para combater essa óbice no Brasil, os caminhos devem estar centrados, inicialmente, na mudança de mentalidade das famílias.

Outro ponto relevante, nessa temática, é a falta de conhecimento. Nesse sentido, o filósofo Schopenhaur defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica outra causa do problema: se as pessoas não têm acesso à informação séria sobre a discursiva, sua visão será limitada, o que dificulta a erradicação desse empasse evolutivo. Assim, caminhos para combater a digitalização da economia sem conhecimentos a todos, devem estar centrados também na busca por informações de qualidade sobre o tema.

Torna-se imperativo, então, desenvolver medidas que ajam sobre o problema. Para que isso ocorra, o MEC, juntamente com o Ministério da Cultura, desenvolvam palestras em escolas a serem webconferenciadas nas redes sociais desses órgãos, por meio de entrevistas com especialistas no assunto, com objetivo de trazer mais lucidez sobre o tema. Além disso, nesses eventos, é preciso discutir o papel da família e da busca por informações coerentes no que se refere a digitalização da economia, afim de erradicar esse problema. Contudo, assim, fazem-se com que os argumentos levantados á discursiva proposta, permaneça no passado brasileiro, e contrariamente ao mito da caverna, extirpindo-se da zona de conforto as informações e saberes evolutivos da sociedade brasileira.