A digitalização da economia

Enviada em 28/09/2024

O sites têm ganhado cada vez mais espaço dentre os modelos de negócio desde a ascensão da internet, nos anos 2000. Nesse sentido, com o aparecimento das redes sociais e a evolução de suas ferramentas, as lojas online começaram a ocupar cada vez mais espaço, especialmente por fatores como o baixo custo de implementação e a maior capacidade de captação de novos clientes. Entretanto, tal “facilidade”, esconde desafios importantes como a concorrência acirrada e a luta constante para acompanhar as tendências mundiais.

Desse modo, em busca de adaptação, plataformas como o Instagram, disponibilizaram recursos para a criação de contas comerciais, possibilitando o encontro direto entre vendedores, divulgadores e compradores. Tal fato, permitiu que lojas de várias regiões, divulgassem seu produto e seu serviço, impulsionando as vendas para qualquer lugar do Brasil, dentro de alguns cliques. Esse comportamento, ganhou força após o lockdown na pandemia do Covid-19, “quebrou o gelo” para aqueles que, até então, compravam apenas em lojas físicas.

Visto isso, é seguro afirmar que a economia sofreu mudanças consideráveis com a digitalização. Fato esse, que oferta cursos de graduação, consultas médicas, compras de supermercado, entre outras atividades, no espaço online, exemplificando a adaptação do mundo contemporâneo às novas tendências e abrindo espaço para o dinheiro eletrônico com a criação de novos meios de pagamento facilitado, como o PIX.

No entanto, nesse “campo minado” que é o mercado online, a concorrência é acirrada. Fabricantes competem pelos clientes de seus clientes, e plataformas como o Aliexpress, bombardeiam ofertas e produtos imperdíveis todos os dias, transformando as vendas online, em um campo de batalha cheio de incertezas.

Sendo assim, é preciso que os novos empreendedores digitais, se atentem às tendências e busquem maior qualificação na área do marketing, por meio de cursos gratuitos e pagos, disponíveis em várias plataformas online. Outrossim, fica a cargo do Ministério da Fazenda, a redução de taxas para CNPJ, incentivando a compra e produção de produtos nacionais que acompanhem as tendências.