A disseminação de imagens não autorizadas na internet e seus efeitos

Enviada em 19/11/2021

Na séria americana “Black Mirror”, é retratado um universo fictício em que o mesmo reflete os problemas da integração demasiada da tecnologia na sociedade. Diante disso, uma dessas problemáticas é a rápida troca de informações na internet, a qual não está tão distante da realidade atual, o que torna a disseminação de imagens não autorizadas um problema ainda maior que vale ser discutido de modo a combatê-lo.

Além disso, conforme o pensador Thomas Hobbes em sua frase: “O homem é o lobo do homem”, vislumbra-se uma falta de medidas socioeducativas como, campanhas, para que o indivíduo reconheça as consequências e os males da prática deste crime virtual. Logo, a má gestão advinda do Ministério das Comunicações, torna o órgão um dos responsáveis pelo quadro.

Paralelamente, no filme “Ela é demais”, são representados os efeitos mentais negativos como, ansiedade e transtorno do pânico, que a exposição midiática sem autorização pode causar. Nisso, é correto afirmar que o tempo em que o conteúdo circula pode agravar a situação. Por isso, os aplicativos de redes sociais e seus mecanismos de segurança também possuem culpa nos impactos do “revenge porn” ou de quaisquer formas de exposições invasivas que firam a integridade psicológica do usuário.

Portanto, para que a disseminação de imagens autorizadas e seus efeitos negativos sejam combatidos, é imperativo que o Ministério das Comunicações crie e promova campanhas a respeito do problema, em locais físicos como, por exemplo, outdoors nas ruas e também em veículos de mídia digital como redes de comunicação. Assim como os aplicativos de redes sociais invistam e reforcem os sistemas de segurança e proteção ao usuário, assegurando a integridade do mesmo. Dessa maneira, o Brasil poderá cumprir cada vez mais para a emblemática frase da Bandeira Nacional, “Ordem e progresso”.