A disseminação de imagens não autorizadas na internet e seus efeitos
Enviada em 18/02/2022
Paulo Freire, educador e filósofo brasileiro, dizia que quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor. Por conseguinte, é importante resaltar que a questão da disseminação de imagens não autorizadas na internet, nos dias atuais, afeta uma grande parcela da sociedade brasileira. Assim sendo, a fim de encontrar uma medida para esse impasse, convém analisar duas consequências de o problema: a depressão em consonância com o isolamento social de os indivíduos.
Diante desse cenário, é possível destacar que os problemas psicológicos figura como resultado da dispersão de imagens não autorizadas. Com efeito, segundo o Dr. Paulo Muzy, a depressão é um estresse causado não somente por fatores familiares como também a violão de seus direitos de imagens por opressores ignorantes, como já apontava o professor freire; dado que o abalo mental pode ser irreversível para as pessoas que são atingidas por crimes virtuais. Dessa forma, é inaceitável que, mesmo com altos impostos pagos pela sociedade no Brasil, o Poder público tem o dever de garantir a proteção da dignidade do tecido social.
Além disso, a socialização das pessoas atormentadas por essas adversidades é preocupante, pois não são fáceis os problemas que esses indivíduos sofrem em consequência das divulgações de suas fotos e vídeos. Sob esse viés, segundo Época Negócios, o Brasil é o 5° maior alvo de crimes cibernéticos, uma vez que é uma situação preocupante para a sociedade, principalmente, para os cidadãos que já passam por tal caso. Logo, é significativo que a família seja a principal aliada nesse processo de reestruturação, tanto mental quanto social para as pessoas lesadas.
Portanto, a internet - apesar de proporcionar tantos benefícios - também pode servir de instrumentos para realizações de crimes. Assim, o governo federal deveria criar campanhas para a orientação adequada em questão a utilização do âmbito virtual, por meio de divulgações em rádio, TV e escolas; com o auxílio de ONGs e empresas público-privadas. Espera-se, com isso, uma sociedade que não tenha sua privacidade abalada e que os oprimidos sejam sempre reestruturados para uma nova forma de viver em paz com si próprio.