A disseminação de imagens não autorizadas na internet e seus efeitos

Enviada em 25/02/2022

No Brasil, em 2012 houve um caso com a atriz Carolina Diekmann, em que suas imagens íntimas foram vazadas na internt. A repercurssão foi tanta que em 2014 a então presidente do Brasil Dilma Rousself sancionou uma lei e alterou o Código Penal, caracterizando crimes informáticos.

A disseminação de imagens não autorizadas na internet podem causar diversos efeitos. Em 2012, uma garota canadense chamada Amanda Todd teve fotos também íntimas vazadas numa rede social. Amanda ficou tão impactada com o bullying virtual- o chamado ¨cyberbulling¨- que acabou por tirar a própria vida. Dessa forma, em primeira análise, podemos ressaltar que a vítima,além de sofrer com o constrangimento, sofre também com os ataques virtuais,insultos e até mesmo agressões físicas . Assim, é notório que a divulgação de dados ou imagens sem consentimento podem causar diversos problemas de saúde mental na pessoa lesada,como ansiedade e depressão.

Em paralelo, a falta de políticas públicas agrava tais efeitos , já que pouco se é falado das leis para punir criminosos. Muitas pessoas não tem conhecimento da existência dessas leis, e isso faz com que muitas das vezes a vítima não denuncie. Por outro lado, pela ineficácia e pelo pensamento de que não há punição, muitos autores continuam a cometer tais crimes.

Portanto, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar. Logo cabe ao Governo Federal junto ao Ministério da Tecnologia, aumentar a fiscalização de crimes cibernéticos, tentando assistir ao máximo as denúncias, a fim de punir os criminosos. O Ministério da Cidadania, tem como função utilizar os meios midiáticos, como rádio e televisão e internet, para alertar a população sobre a importância de denunciar estes delitos.

Ademais, o Ministério da Saúde deve dar apoio e disponibilizar profissionais como psicólogos, que visam fazer acompanhamento mental, a fim de diminuir o sofrimento das vítimas.

Dessa forma, os efeitos da disseminação de imagens não autorizadas serão minimizados, e casos como o de Amanda Todd e Carolina Diekmann não voltarão a ocorrer.