A disseminação de imagens não autorizadas na internet e seus efeitos

Enviada em 02/09/2022

No mundo da informação e da tecnologia em que tudo acontece em menos de um segundo é de se esperar que surjam problemas relacionados a este. Não só o compartilhamento de informações mas também de imagens, áudios e vídeos que são capazes de destruir a vida de uma pessoa. Sob esse aspecto, surge a ´´deep fake´´ que tem o intuíto de distorcer a imagem, e fazer com que os telespectadores sejam enganados por tal, a exposição da imagem sem a devida autorização e consentimento além de ser crime pode trazer consequências irreparavéis.

Primeiramente, pode-se dizer que muitos não tem a devida instrução acerca de como proteger-se desses crimes,ou seja, não sabem como se defender dos ´´hackers´´ os ladrões do mundo digital, que com apenas um click podem fazer um verdadeiro terror. Da mesma forma exitem aqueles que vivem de gravar vídeos ou espalhar áudios totalmente fora de contexo afim de prejudicar o outro e torná-lo exposto publicamente. Exemplo disso foi o recente caso da atriz Carolina Dieckmann em que obtiveram o acesso ao seu dispositivo celular e fizeram uma total divulgação de sua privacidade, para isso foi criado uma lei, com o próprio nome da atriz,com intuíto de amenizar situações constrangedoras como esta.

Em segundo lugar vale ressaltar que as consequências dessa exposição podem trazer consequências gravíssimas, como o cyberbullying. Similarmente ao bullying que acontece no mundo ´´real´´, esse tipo de comportamento é preocupante tanto para que sofre tanto para quem o pratica, ambas as partes são prejudicadas. Obviamente que as consequências maiores sempre caem para a vítima que, neste caso pode até ter seu ciclo social reduzido, além do contrangimento.

Assim como forma de amenizar as situações acima citadas, cabe ao governo Federal, junto as redes de comunicação e mídia promoverem aulas de como se proteger dos perigos do mundo virtual. Além de promover campanhas para trazer o tema do cyberbullying à tona e fazer com que aqueles que já sofreram abram-se e possam falar sobre o ocorrido. Somente assim pode-se gerar uma sociedade mais conciente e colaboradora para um futuro melhor.