A disseminação de imagens não autorizadas na internet e seus efeitos

Enviada em 01/08/2022

Com a crescente ascensão da internet, a prática de publicidade por essa ferramenta tornou-se comumente, inclusive no campo profissional. Entretanto, em algumas dessas publicidades infligem o código de ética profissional, essa prática tem se expandido, sobretudo, pela ineficiência do Estado em punir esses profissionais e apatia dos mesmos em relaçao aos seus contratantes.

Primeiramente, urge ressaltar a ineficácia do Estado em relação a essa tese.

Em 2015, o Conselho Regional de Medicina, proibiu a publicação de fotos de médicos com pacientes e a autompromoção desses por meio disso. Todavia, essa proibição não impediu que tal prática continuasse, haja vista que fotos de pacientes nas redes sociais de forma propagaria são comuns, o que torna evidente a carência do estado em conter esse dinamismo, já que esse ato ocorre pois os profissionais não estão sendo devidademente viagiados pelo Estado, deixando-os mais confiantes para executar essa ação.

Outrossim, é fundamental evidenciar a apatia de dados profissionais. Na obra, “Modernidade Liquída”, Zygmunt Bauman defende que a pós-modernidade é fortemente influenciada pelo indidividualismo. Desse modo, é evidenciado a falta de empatia de uns profissionais que visam, sobretudo, o ganho próprio negligenciando sua ética publicando fotos de seus pacientes com total intuito de atribuir lucros financeiros, desrespeitando assim, a privacidade dos seus clientes.

Infere-se, portanto, que o governo federal (já que o tópico inclui esse setor) puna devidamente os profissionais que desrespeitarem à conduta profissional, além de promover campanhas de incentivo a empatia desses profissionais, por meio de uma sinergia com o Ministério Público e esferas sociais, elaborando vias de fiscalização para esses profissionais, ademais, deverá elaborar discussões sobre o tema nos meios de comunicação social. Tal proposta tem o fito de atenuar a disseminação de imagens não autorizadas.