A disseminação de imagens não autorizadas na internet e seus efeitos
Enviada em 26/07/2022
Na série “Legacies”, disponível na HBO, há um lago no qual, quando alguém é jogado nele, acaba por ser apagado do imaginário coletivo. De maneira análoga, no contexto brasileiro, a disseminação de fotografias nas midías e suas decorrências parece sofrer o mesmo processo das personagens da obra cinematrográfica, pois é um assunto esquecido pela população. Dessa forma, são necessárias medidas para solucionar o problema, o qual é motivado não só pela falta de fiscalização nas redes, mas também pela negligência e quebra de direitos da vítima que sofre o obíce.
Em primeiro momento, podemos destacar a falha fiscalização diante das redes. Desse modo, o portal CNN Brasil, publicou em 2018 que a cada 5 pessoas, ao menos 4 já tiveram alguma foto vazada sem consentimento prévio. Dessa forma, fica explicíto que dimensões devem ser criadas para que esse número seja revertido.
Além disso, é notório o silênciamento das vítimas perante o vazamento das imagens. Consoante a isso, a série mexicana “Control Z”, produzida pela netflix, retrata a frustrante vida da protanista e os desafios que ela enfrenta ao suas fotos serem compartilhadas sem sua aprovação. Sendo assim, é dever do estado criar estratégias, para que tais situações do cénario ficticío não venham se instalar no contexto brasileiro.
Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que procurem amenizar e conter tais ocasiões. Por conseguiente, cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações juntamente com os principais portais de midía do país, criarem novas políticas de uso das redes e legislações, por meio de teleconferências, reuniões, audiências…, a fim de seja implementado em todas redes midíaticas no território nacional e nenhum cidadão venha ter suas diretrizes e direitos corrompidos. Somente assim, a série “Legacies” não será mais uma associação a atual conjutura do ambiente brasileiro.