A educação como solução ressocialização de detentos: utopia ou realidade?
Enviada em 07/09/2019
A lei 12.433 da Constituição Federal brasileira, cede o direito a detentos a redução de pena através da presença em salas de aulas na prisão. Nesse contexto, a educação incentiva o preso a se ressocializar, entretanto, a falta de infraestrutura em penitênciárias, faz com que aumente o número de detidos ligados ao crime.
Primeiramente, o uso da educação em presídios, estimula o preso a retornar para a sociedade com o objetivo de tornar-se um cidadão com atitudes e perspectivas de vida diferentes. conforme afirma Paulo Freire “a educação muda pessoas. As pessoas transformam o mundo”.
Por outro lado, ainda o mínimo investimento em educação para ressocialização de presos -como mostra os dados do ministério da justiça, na qual cerca de 565 prisões não possuem salas de aula- acarreta-se no aumento de facções e rebeliões, por seguinte, elevando o número de violência dentro e fora dos presídios.
Dessa forma, é necessário que o Estado cumpra aquilo que é previsto por lei. Com os ministérios da educação e justiça juntos, levando a didática aos presos, por meio de adaptações de sala de aula ou palestras em presídios, para que os mesmos busquem outros caminhos, sem ser a delinquência. a fim de que esse indivíduo se insira na sociedade com outras ambições.