A educação como solução ressocialização de detentos: utopia ou realidade?
Enviada em 23/12/2020
O processo de inserção dos carcerários na sociedade vem se transformando em um drama, e se distancia da realidade por consequência de vários obstáculos que impedem uma educação digna e de qualidade. Ademais a falta de interesse dos presos, contribui para os baixos percentuais de detentos inclusos no processo de educação.
Há quem duvide da integração dos presos no sistema de educação, porém a falta de estrutura para que esses presos estudem de forma que preve a lei 12.245 que garante a instalação de salas de aula nos presídios, são uma das restrições causadas pelo motivo de não terem salas disponíveis para o estudo dos mesmos, e essas não serem adequadas como uma sala de aula fora da penintenciária.
Além disso a falta de motivação dos detidos fica bem explicíta, por mais que o estudo deles tem garantido a redução da pena criminal. Bem como complemento disso, o direito de trabalharem para garantir uma remuneração é restrita, pois praticamente mais da metade prestam serviços públicos, portanto não exercem a função de trabalho.
Contudo, para melhoria desses problemas que vem ocasionando uma barreira para ampliação da ressocialização, o estado deve promover novos projetos onde garanta que o detento que estuda, tenha um trabalho que colabore para ele e para sociedade, e também o ajude a ingressar futuramente no mercado de trabalho, bem como a fundação de escolas dentro dos presídios, que tenha melhores salas de aulas e bibliotecas para despertar o interesse pela leitura e por efeito adiquirir cohecimento, porque como já dizia o poeta Tell Anderson “A magia do saber, está nos estudos que devemos apreender.”