A educação como solução ressocialização de detentos: utopia ou realidade?
Enviada em 23/12/2020
É possível que um criminoso volte às ruas e se reconcialize normalmente com a população de forma digna? Com o intuito de ressocializar os detentos foi criado em 2011 pela Lei 12.433, que visa através da educação, promover aos presos a remição da pena decretada em razão do trabalho ou do estudo. Entretanto no Brasil, essa Lei não é introduzida em prática de maneira universal, para impedir o desenvolvimento pessoal dos detentos, como o progresso do país. Entre os motivos que cooroboram para a problemática destacam-se a omissão governamental, bem como o individualismo por parte da sociedade.
Em primeiro plano vale ressaltar o quanto a omissão governamental favorece para a existência da questão. De acordo com a pesquizadora Ester Rizzi, a estrutura física da prisão é um dos principais obstáculos à oferta de educação. Além disso, os gestores de educação devem prestar atenção aos presidiários, normalmente não são professores da rede que ministra cursos para presidiários. Desse modo, fica claro, portanto, que os baixos investimentos são fatores que influenciam e muito para o problema.
Outro fator importante é o olhar da população para os detentos. Muitos tem uma visão de preconceito e não acredita que eles podem ser transformados. O que acaba gerando conflito na sociedade, e acaba prejudicando e desanimando os presos de se ressocializarem, e respectivamente prejudicando o desenvolvimento do Brasil.
Em virtude dos fatos mencionados faz-se necessário que o governo Federal crie campanhas que conscientzam a população de apoiarem a reconcialização dos detentos.