A educação como veículo de mudança na sociedade
Enviada em 01/11/2019
A vinda da Corte Portuguesa para Brasil em 1808, provocou mudanças e progresso em diversos setores da sociedade, inclusive na educação. Hodiernamente, apesar dos avanços recentes na área, a promoção da educação à todos, como meio de trazer mudanças à sociedade, ainda encontra percalços ao longo do caminho. Nesse contexto, são necessárias medidas que amenizem o problema que é motivado pela restrição da educação à certos grupos, tendo com consequência a formação de uma comunidade alienada.
Convém ressaltar, a princípio, a falta de democratização da educação como fator determinante para a persistência da problemática. Sob esse viés, de acordo com pesquisa divulgada pelo IBGE, 40% da população acima de 25 anos não concluíram o ensino fundamental. A partir disso,percebe-se um ensino seletivo e desigual, visto que tais indivíduos são, majoritariamente, de baixa renda. Logo, infelizmente, é inviável a formação de melhores indivíduos quando se tem precário acesso a informação.
Ademais, evidencia-se que a formação de sujeitos não críticos está entre as principais consequências da temática. Em consonância com o movimento Iluminista, a razão e o contato com o conhecimento geram indivíduos pensantes e livres de manipulações externas. Entretanto, essa ideia não se aplica à uma parte considerável do povo brasileiro, uma vez que, por falta de instrução, se encontram sujeitos a meios que promovem alienação. Em suma, faltam medidas pelas autoridades competentes para resolver o problema.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para mitigar o quadro atual. Convém que o Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, forneça bolsas de acesso à escola à populações de baixa renda com o fito de estabelecer uma sociedade igualitária em índices educativos. Isso pode ser feito através da contratação de professores que utilizem métodos adequados para cada idade, além de oficinas que possibilitam um aprendizado dinâmico. Assim, espera-se que o assunto abordado não componha mais a realidade do Brasil.