A educação como veículo de mudança na sociedade

Enviada em 16/04/2020

No Brasil, com a chegada da coroa portuguesa, houve a construção das primeiras universidades nacionais e as mesmas incentivaram os brasileiros a adquirirem o conhecimento científico. Nessa óptica, a educação como veículo de mudança na sociedade é uma pauta que precisa ser discutida utilizando-se dois caminhos, são eles: a reformulação do ensino escolar e o incentivo da família.

A priori, é importante ressaltar que o artigo 229 da Constituição Federal diz que os pais devem assistir, criar e educar seus filhos. Logo, a informação é fundamental para formar indivíduos menos preconceituosos e racistas, desde que ela mostra os acontecimentos em diferentes pontos de vista. Dessa maneira, às pessoas destroem os padrões sociais criados de uma raça sobre a outra, como o Darwinismo social que julgava os não-europeus como seres inferiores, por terem divergências no modo de vida.

Ademais, o sociólogo Émile Durkheim determinou que o Governo, a Escola e a família formam a coesão social. Nessa conjuntura, a união desses três núcleos é necessário para mudar o ambiente estudantil, pois a internet tem disponibilizado novas formas de conhecimento que vão além das teorias. Sendo assim, as tecnologias têm o poder de transformar informações em imagens e vídeos, o que estimula os alunos a aprenderem e aprofundarem sobre o assunto. Dessa forma, o conhecimento científico no Brasil será valorizado e a população deixará a informalidade.

Infere-se, portanto, que utilizando-se a reformulação do ensino escolar e o incentivo da família é viável fortalecer a educação como veículo de mudança na sociedade. Nesse espectro, cabe ao Ministério da Educação promover cursos especializantes aos profissionais das Escola para ensiná-los a conciliarem internet com às matérias da carga horária. Outrossim, é dever do Ministério da Economia financiar computadores para os alunos, em prol diminuir a exclusão digital contemporânea. Com isso, os brasileiros vão ter direitos igualitários na formação estudantil e sentir-se-ão aptos a exercerem sua democracia e cidadania.