A educação como veículo de mudança na sociedade
Enviada em 23/04/2020
Pesquisas evidenciam que há cerca de 13 milhões de analfabetos, no Brasil. No entanto, é indiscutível que a educação vem transformando a sociedade, pois ela é o principal fator de desenvolvimento de um país. Para exemplificar, a profissionalização dos trabalhadores têm aumentado; além do incentivo ao respeito entre os brasileiros que torna-se cada vez mais presente em debates nas escolas.
Ao contrário do que muitos acreditam, a taxa de analfabetismo, sobretudo da população ativa, reduziu graças a demanda de funcionários qualificados. Segundo o analista Rodrigo Leonardo de Moura, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, o percentual de trabalhadores com o ensino fundamental incompleto caiu 2,2%, entre 2012 e 2013. Desta forma, a formação estudantil permite a profissionalização e emprego para muitos brasileiros e, consequentemente, é um invertimento à saúde, educação, segurança e economia, visto que os benefícios travados pelo ensino reflete em tais setores, por meio desses profissionais, e acarreta em um sociedade mais justa.
Por conseguinte, Paulo Freire, educador brasileiro, propõe em sua obra, “Pedagogia do Oprimido”, um vínculo entre o professor e o estudante, o qual ambos consideram as diferentes realidades em que vivem. De maneira análoga, é possível desprender dessa filosofia o incentivo ao respeito que deve ser motivado nas escolas. Assim, aprende-se a reconhecer e tolerar as diversidades socioculturais, acarretando numa sociedade desagregada do preconceito e, também, apta para transformar a política, por exemplo, por intermédio das eleições, ao passo de obter mais criticidade ao votar e exigir seus direitos posteriormente.
Destarte, faz-se necessária a conscientização dos pais e alunos da importância da valorização dos estudos e, também, o apoio da sociedade, no que se inclui os não letrados, ao passo de respeitar os movimentos estudantis, concordando que o produto dessa união será revertido a todos. A fim de que essa ideia envolva considerável parte da população, a mídia, com parceria dos educadores, poderia redigir reportagens sobre os proveitos do ensino na atualidade, os quais refletem para setores políticos, econômicos e sociais. Logo, os problemas como a falta de emprego e o desrespeito seriam substituídos pela educação.