A educação como veículo de mudança na sociedade
Enviada em 21/04/2020
“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Afirma, o expresidente da África do Sul, Nelson Mandela, em um de seus belíssimos discursos, enfatizando a importância do ensino como agente das transformações sociais. Harmonicamente, com esse pensamento, no cenário brasileiro hodierno, em que a desigualdade social se vê cada vez mais presente na realidade dos cidadãos, percebe-se que, infelizmente, não é aplicada a devida relevância acerca deste tema tão importante e capaz de garantir diversos benefícios aos brasileiros. Desse modo, é mister salientar as principais causas, consequências e possível solução para o empecilho. Em primeiro plano, é imperioso destacar a ausência de efetividade do Estado como um fator determinante para a intensificação da problemática. Hodiernamente, apesar das verbas e campanhas destinadas ao assunto, nota-se que o empecilho não é combatido, uma vez que os investimentos são poucos e irrisórios para a proporção de melhoria que essas mudanças podem causar, como: avanços medicinais, pesquisas, redução da desigualdade social e diminuição do tráfico. Dessa maneira, é perceptível a importância do empenho governamental para transformação da sociedade brasileira como um todo. Outrossim, é imperativo pontuar a relevância dessa reforma social para o âmbito brasileiro atual. Segundo o filósofo brasileiro Paulo Freire, “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Analogamente, na sociedade contemporânea, é sabido que a educação é capaz de transformar as relações, promovendo a democratização de poder, redução do uso de drogas, formação de senso crítico e diversas outras qualidades. Além disso, é de conhecimento de todos o quão importante é esse projeto para a população, sobretudo, mais carente, que necessita do amparo do Estado. Infere-se, portanto, que ainda há entraves para construção de políticas que visem um Brasil melhor. Nessa linha de raciocínio, urge que o Governo – como agente que visa garantir o bemestar social -, em sinergia com o Ministério da Educação, amplie, por meio de verbas governamentais, as campanhas socioeducativas existentes, direcionando-as ao público alvo – que seriam os jovens carentes. Espera-se, com essa medida, o êxito das transformações sociais brasileiras e, dessa forma, concretizando o pensamento de Nelson Mandela e Paulo Freire, seguir rumo ao progresso social.