A educação como veículo de mudança na sociedade

Enviada em 22/04/2020

A escola que muda o mundo

A educação como chave da porta chama “mudança” no país não é uma invenção atual: após a Guerra dos 30 anos, o comparecimento de crianças à escola se tornou obrigatório. Todavia, as instituições de ensino, por sua vez, não arca com a responsabilidade de educar confiada pelos pais de alunos e pelo Governo. Neste sentido, é importante avaliar como o preparo de alunos para serem o caminho do reerguimento do país tem sido feito e de que forma a tecnologia tem ajudado nisso.

A priore, a mudança do planeta entregue as mãos de educadores afim de moldar os futuros donos do mundo tem sido ineficaz pela sua ignorância. Tendo em vista que, é posto no entendimento do aluno a mentira de que apenas doutores, advogados e juízes podem mudar a economia do país, colocando em segundo plano os artistas (músicos, escritores, atores, etc). Em viés disso, já dizia Rosa Berg “A arte é ambígua. Não importa. O que importa é que ela se manifeste.”. Ou seja, a educação hoje só não é o melhor veículo de mudança, pois nela não é incluída a cultura como ensino imprescindível.

A posteriori, a educação brasileira não têm buscado investimento afim de melhorar o ensino com o uso das tecnologias oferecidas pelo mundo todo. Por outras palavras, “A pensar morreu o burro”, diz assim o ditado popular, o medo do que é novo tem deixado a educação no “giz e lousa” desde os primórdios. Dessa forma, as escolas sempre ficarão atrasadas tanto na educação quanto no investimento.

Conclui-se que medidas devem ser tomadas para fazer da educação uma meio eficaz de mudança no mundo. Para isso, cabe o Ministério da Educação com o apoio do Governo Federal, desenvolver uma lei por decreto presidencial chamada “TecArte” para estabelecer obrigatoriamente a tecnologia intermediária em todas as escolas do país (computadores, tablets, quadros eletrônicos) e também o uso essencial da arte para passar o conhecimento de conteúdos e diagnósticos escolares a fim de fazer o colégio um lugar avançado na cultura e na tecnologia para que além de obrigatoriedade da presença de alunos, a pedido do rei Frederico após a guerra dos 30 anos, seja também obrigatório o estudante se formar atualizado e culturalizado com sede de mudar o mundo.