A educação como veículo de mudança na sociedade
Enviada em 30/04/2020
Os sentimentos de pertencimento e de busca pelas transformações da sociedade são pautados na educação e nos laços interpessoais criados pelas pessoas. De acordo com isso, Paulo Freire defende o ensinamento como a força motriz para minimizar as mazelas sociais. Isso porque, instrui as pessoas a agirem com racionalidade e sem manipularem seus pensamentos. Dessa forma, torna-se necessário analisar a educação ligada ao letramento político e nas novas formas de ensino para os indivuduos. É relevante abordar, antes de tudo, que a política está intimamente ligada aos eixos culturais e econômicos, visto que o poder de influência e de controle aquisitivo partem dessa esfera nacional. No entanto, o Estado ao negar o conhecimento político aos cidadãos brasileiros, legitima a passividade e as decisões errôneas tomadas pela população. Com isso, a perpetuação da ignorância em relação à administração do país é preenchida pela descrença de um futuro desenvolvido. Ao contrário disso, na Coréia do Sul, considerada o “Brasil que deu certo”, ao investir integralmente em educação colheu resultados promissores para a sua ascensão econômica e cultural. sem sombra de dúvidas, o plano causador do desenvolvimento parte do letramento das pessoas em relação às novas áreas do conhecimento, uma vez que instiga a criatividade, o senso crítico e poder cognitivo. Deve-se demonstrar, ainda, que o sistema de aprendizagem público não acompanhou a dinâmica do mundo tecnológico e com comportamentos distintos. Desse modo, os recentes modelos de passar conhecimento enfrentam deveras barreiras, pois a cultura punitiva subordinou a educação ao castigo e à imposição. Assim, a forma de ensino do século xix não é válido nos dias atuais, tendo em vista que há outras distrações mais satisfatórias para os jovens e as crianças. Em contrapartida, na Grécia antiga, Aristóteles conduzia seus discípulos, os Paripatéticos, ao passeio enquanto filosofava e transmitia seu conhecimento, o que demonstra uma sabedoria para melhor compreensão dos alunos. Decerto, o engajamento educacional precisa rever suas prioridades no que tange à padronização das pessoas. Logo, o Ministério da Educação ( MEC ) deve investir em sistemas que conduzam o leitor ao conhecimento sobre a gestão organizadora do país, por meio de grades curriculares nas Escolas e nos institutos de ensino, bem como apresentar abertura para o debate de diferentes pontos de vistas baseados nos posicionamentos filosóficos e sociólogos, para que evidencie os problemas sociais e busquem as soluções de modo democrático. Ademias, a Secretaria Municipal de Educação desenvolva novos mecanismos de absorver os assuntos aplicados, por intermédio de aulas práticas em laboratórios, visitas aos museus, aula de teatro, música e lógica, além da inteligência artificial, a fim de que o sujeito identifique sua habilidade e retribua para a sociedade de forma prazerosa e honesta.