A educação como veículo de mudança na sociedade

Enviada em 29/04/2020

“Tendência”

Segundo EBC, com a suspensão das aulas na maioria dos estados devido à pandemia do novo coronavírus, muitos estudantes estão em casa com os familiares, que tentam conciliar o trabalho formal e as tarefas domésticas com as atividades escolares que mantenham os alunos na rotina de estudos.

Segundo dados do Censo Escolar, em 2019 havia 47,9 milhões de alunos matriculados na educação básica (educação infantil, ensino fundamental e ensino médio) em todo o país, nas redes pública e particular. Com tantos estudantes em casa, algumas instituições de ensino tentam manter as aulas e as lições a distância, o que também representa um desafio para os pais, muitas vezes, sobrecarregados.

Para que os estudantes não fiquem com seus conteúdos atrasados durante o período de isolamento social, orientado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), uma boa alternativa é se dedicar aos estudos em casa. Escolher o ambiente onde vai dedicar os estudos faz toda a diferença. Por isso, opte por lugar fresco, tranquilo, silencioso e que não seja possível ter tantas distrações. Assim, as chances de se manter concentrado são muito maiores.

No Brasil, o EAD surgiu com cursos de qualificação profissional. O registro mais remoto data de 1904, com um anúncio nos classificados do Jornal do Brasil de um curso de datilografia (para usar máquinas de escrever) por correspondência. Algumas escolas estão adotando o método. Assim, os estudantes podem se dedicar aos conteúdos ministrados na escola em casa.

Já o ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse ver uma “tendência” no aumento do ensino a distância. Através da Educação para Jovens e Adultos (EJA) é cada vez mais fácil conseguir concluir a educação básica brasileira. Portanto deve ter a responsabilidade de garantir acesso a computadores e a banda larga não pode ser dos estudantes ou de suas famílias. No ambiente virtual, os conteúdos podem ser adaptados à demanda e divididos em básico, intermediário e avançado.