A educação como veículo de mudança na sociedade
Enviada em 07/11/2020
Muito se tem discutido acerca da educação como veículo de mudança na sociedade, principalmente nos dias de hoje, em virtude da quantidade considerável de pessoas que não frequentaram o ambiente escolar, e consequentemente não terminaram definitivamente seus estudos. Uma das causas mais impactantes é a falta de infraestrutura e incentivos fornecidos pelo governo, que tem papel fundamental na escolarização e na redução da taxa de criminalidade, pois menos jovens estarão nas ruas, portanto, fica claro que a educação é a chave para a mudança.
Ao fazer uma análise, buscam-se explicações coerentes para as taxas de analfabetismo no âmbito social, que mesmo em queda, atingem valores de aproximadamente 6,8%. Uma explicação plausível é a falta de interesse dos governantes em incentivar a educação, já que com a instrução escolar, a população começaria a ter noção da desigualdade atual na sociedade, e cobrariam dos representantes políticos o que é deles por direito, pois como diz Oscar Wilde, “A insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação.”
Outra preocupação relevante é a falta de infraestrutura nas escolas públicas, algo que é constantemente veiculado nos meios de comunicação. Um panorama geral mostra a precariedade em itens básicos, como material didático, cadeiras para os estudantes, materiais utilizados pelos professores nas aulas, etc. Ademais, a forma atual de ensino não supre a função de cativar e receber o jovem, algo muito perigoso, pois, segundo Mandela, “a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”.
Em virtude dos fatos apresentados, é mister que o Ministério da Educação crie campanhas de incentivo à educação para os jovens, por meio de oficinas de arte, práticas esportivas e rodas de cultura, de modo que o número de crianças e adolescentes na escola aumente e consequentemente nas ruas diminua, causando constante redução nas taxas de criminalidade e pessoas sem estudo, a fim de formar cidadãos cientes do que é certo ou errado, e cientes de seus direitos e deveres.