A educação como veículo de mudança na sociedade

Enviada em 09/11/2020

Por uma diferença de séculos demasiados, a educação permaneceu, por todo esse tempo, sempre pautada com relevância inaudita, por ser o melhor veículo de mudança da sociedade. Porém, torna-se deteriorante diante das ações da contemporaneidade ao conservar traços que deveriam ser alheios desde o século passado. Desse modo, destaca-se que o impacto é senão consequência do sistema educativo governamental, este que, em suma, induz padronizações irreflexivas e fortes rejeições com o favorecer do ensino específico individual. À vista disso, tais carências de sensibilidade governamental somado com métodos ultrapassados, são, apenas, resultados de uma população intelectualmente doente e precária, dado que não possuem acesso para qualidade de ensino, prejudicando alunos, professores e até mesmo o contexto social, econômico e político nacional, visto que são produtos puros do pensamento.

Por isso, ressalta-se o valor da construção efetiva de um objetivo educacional, este que, porém, é negligência do Estado. Destarte, tal construção é evidenciado quando, ao passar das décadas, a presente necessidade permeante para uma aprendizagem específica e individual tem ganhado notoriedade. Essa notoriedade foi definida como inteligências organizadas, segundo Alfred Binet e Theodore Simon, é impossível quantificar a inteligência, dado que todos possuem capacidades de aprendizagem distintos, definindo o “mito da genialidade” - contrariado pelas controversas observações de Lewis Terman com sua teoria do quociente de inteligência (QI). Desse modo, vale ressaltar que a péssima administração do Estado não apenas ocasiona na má formação de docentes, mas apoia, com insensibilidade, o sofisma existente do modelo educacional tradicional.

Outrossim, torna-se urgente que ações sejam tomadas para que haja melhor formação de professores e melhor qualidade do ensino. Desse modo, é cabido, ao Ministério da Educação, recorrer medidas para que alunos tenham, além de melhor logística, acesso ao um sistema educativo que supre suas dificuldades de aprendizagem, além disso, é de extrema importância os incentivos, através da elaboração de uma políticas decentes de intermédios, da formação condizente de professores e orientadores, uma vez que atuam como os principais agentes de influência significante no molde de pensamento. Portanto, tais requisitos não necessitam de mais investimentos, dado que boa parte é má distribuída, é preciso que isso seja dirigido com equidade e sem burocracia, por meio de políticas públicas, tornando possível tudo o que a educação tem para oferecer a alunos e docentes. Dessa forma, apenas assim existirá uma sociedade que “menos julgará um peixe por suas capacidades de escalar”.