A educação como veículo de mudança na sociedade
Enviada em 07/11/2020
O século XVIII, conhecido como “Século das Luzes”. Dentre as características desse movimento, estava a valorização da razão, a contestação da ordem vigente e a confecção de livros e enciclopédias para levar esclarecimento às pessoas. Diante de tantos recursos trazidos e aperfeiçoados ao decorrer dos séculos. Há a escolha ou a falta dela para a vida estudantil, pois o indivíduo se vê preso a escola, escolhendo o meio externo; o mercado de trabalho. Apresentando, assim, crise de identidade do professor. Por fim, ocasionando diversas consequências para a sociedade.
Em primeiro lugar, Machado de Assis em “o conto da escola” apresenta o colégio como uma prisão, sufocante, que acaba preparando de fato o personagem para a vida, mesmo que de forma torta. Por tais motivos, o professor enfrenta a crise de identidade. Devido aos alunos perdem os interesses de ir ás aulas, pois deduzem que o ambiente externo; o mercado de trabalho trará mais benefícios. Salientado pela evasão escolar, que no ano de 2019 a taxa média de brasileiros foi de aproximadamente 7,6%, de acordo com o IBGE.
Por conseguinte, a escolha do mercado de trabalho antes da idade mínima permitida-16 anos. É sabido que a educação é uma arma poderosa para mudar o mundo, essa que é deixada para trás. Ademais, os cidadãos não participativos do âmbito escolar, tornam-se menos críticos, possuem menos oportunidades de emprego e redução na qualidade de vida. Por fim, sem o acesso ao conhecimento, o indivíduo encontra-se por fora dos direitos básicos do cidadão: saúde; moradia; alimentação; transporte; previdência social, etc- segundo a Constituição de 1988.
Logo, medidas são necessárias para resolver esse impasse. O Governo Federal junto a escolas públicas e privadas aderem soluções, como: aulas diversificadas sobre cada conteúdo, participação mais ativa entre professores e alunos; com o intuito de chamar maior atenção em relação as matérias para que assim os alunos prefiram a escola ao trabalho externo. Além de, o Ministério da Educação junto às mídias sociais apresentam sobre as consequências geradas com a não alfabetização, mas também tornar-se obrigatório saber os direitos básicos do cidadão.