A educação como veículo de mudança na sociedade

Enviada em 16/02/2022

A ativista Malala Yousafzai, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, é mundialmente conhecida por sua incansável luta pelos direitos das meninas frequentarem o âmbito escolar. Além disso, nos países do Oriente é comum que as mulheres sejam tratadas com indiferença, na maioria dos casos, milhares de jovens e crianças são privadas do acesso à escola e consequentemente da educação. No Brasil não é diferente, crianças e jovens das camadas sociais mais baixas são os mais afetados. Levando em consideração que, recursos governamentais não são destinados aos âmbitos mais pobres e nas zonas rurais.

Sob essa análise, os fatores contribuintes para o analfabetismo e a falta de leitura entre os jovens são as influências da mídia e aplicativos, desprovimento de estímulo por parte dos responsáveis legais e a falta de recursos destinados pelo governo às cidades pequenas e regiões como o Nordeste, onde há uma grande porcentagem de analfabetos quando comparado com as demais regiões. Desse modo, evidenciam-se esses aspectos que são resultantes devido ao fato de que a educação não tem a merecida importância. O filósofo Imannuel Kant enfatiza que o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele, sendo assim, o homem não é nada sem a educação.

De acordo com uma pesquisa do G1, os brasileiros passam no mínimo 4 horas nas redes sociais, consequentemente isso corrobora para um maior número de pessoas alienadas e sem pensamento crítico. Além disso, vale ressaltar que, o hábito da leitura e do estudo proporcionam um vasto vocabulário, abrindo também novos horizontes da imaginação e da criatividade.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para resolver o impasse. Para que seja feita a promoção da leitura, urge que o Ministério da Educação (MEC) promova projetos de incentivo à leitura e educação por todo o Brasil. Tais projetos seriam implantados como parte das notas nas escolas, isso estimularia ativamente os alunos a terem o hábito de ler e estudar. Somente assim nossa educação melhoraria e teríamos jovens mais intelectuais e curiosos, como idealizavam Kant e Malala.