A educação como veículo de mudança na sociedade

Enviada em 29/09/2022

Segundo Paulo Freire, “A educação deve ser crítica, conscientizadora e voltada aos direitos humanos, de modo que possa, então, ser libertadora”. Assim, é notório que os estudos podem ser usados como veículo de mudança na sociedade, já que podem conscientizar os estudantes de seus direitos e libertá-los dos estigmas impostos sobre eles pela população. Logo, faz-se imprescindível que sejam adotados métodos para a educação surtir o efeito proposto por Freire, como a adequação aos meios digitais e investimentos em educação nas áreas carentes.

Em primeiro lugar, é fato que, o mundo passa pela “Era da Informação”, que teve início com o surgimento da Internet e com as revoluções causadas por ela. Nessa perspectiva, essa ferramenta deve ser usada para contribuir com os processos educativos, uma vez que grande parte das pessoas tem acesso a algum dispositivo eletrônico. Desse modo, como ocorre com o simulador “OASIS”, na obra “Jogador Número 1”, as escolas poderiam utilizar salas virtuais para se virtualizarem, de modo que utilizassem a tecnologia para contribuir com o aprendizado dos alunos. Sob essa ótica, a educação poderia atingir os indivíduos a distância e seria um veículo de transformação social.

Ademais, o território brasileiro é extremamente marcado pela disparidade socioeconômica, o que torna urgente maiores esforços no ensino dos jovens, visto que isso pode mudar a situação do país. Nessa análise, a obra “Escritores da Liberdade” expõe como os incentivos estimulam os alunos a terem melhores desempenhos, pois assim eles se sentem valorizados. Então, é essencial que as áreas mais carentes possuam mais investimentos, visando possibilitar a educação inclusiva a todos. Dessa maneira, os discentes poderão ter um maior aprendizado, que seria utilizado em prol de uma mudança na sociedade.

Destarte, cabe ao Governo Federal, por meio do Ministério da Educação - órgão responsável pelo ensino no Brasil -, concentrar esforços nas instituições escolares, mobilizando recursos para aquisição de aparelhos tecnológicos e contratação de profissionais especializados em tratamento humanizado, para que assim seja possível estabelecer métodos educativos inclusivos e acessíveis a distância. Com isso, a educação seria crítica, conscientizadora e poderia, enfim, ser libertadora.