A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 25/05/2020
A política proibicionista antidrogas, no Brasil, não tem funcionado. O tráfico é uma atividade ilegal muito lucrativa, devido ao fato das substâncias entorpecentes causar dependência química. Em razão disso, o uso de drogas é um problema de saúde e de segurança pública, pois causa muita violência. Logo, é necessárias mudanças conforme o músico Gabriel O pensador “é na mudança do presente que moldamos o futuro”.
Em consonância com a fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o usuário de drogas ilícitas desenvolve um série de doenças como hepatite C, HIV, cirrose,entre outras. Em razão disso, é necessário garantir a essas pessoas tratamentos efetivos que ajudem a tratar sua doença. De acordo, com o livro “Almanaque das Drogas” a maioria das clínicas não possuem condições para auxiliar no tratamento do viciado em cocaína,crack, e metanfetamina. Além disso, essas pessoas acabam marginalizadas pela sociedade o que agrava esse problema, pois não são vistas como doentes e sim como transgressores da lei.
Em decorrência da gravidade do uso de drogas psicotrópicas o Estado tenta coibir o comércio, por meio da ação policial. No entanto, isso acarreta uma série de tiroteios em comunidade vulneráveis e algumas ações fazem vítimas inocentes. Os traficantes possuem material bélico de guerra, o que desencadeia vários confrontos. O resultado consiste nas mortes de crianças e jovens moradores das favelas. Logo, esses óbitos são vistos pelos moradores dessas regiões como o genocídio do estado contra os pobres. Em razão disso, é imprescindível mudar a estratégia, pois o Estado deve proteger todos os membros da sua população.
Portanto, é preciso medidas alternativas como a legalização das drogas e conscientização dos jovens por meio de aulas que demostrem as consequências do uso. Dessa forma, o dinheiro arrecadado pelo Crime organizado seria destinado aos cofres públicos e poderia ser investido na educação ,em medidas preventivas e clinicas de reabilitação. O cigarro é um exemplo, de que a legalização não estimula o uso.