A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 28/05/2020
Nos anos 60 o movimento hippie se espalhou pelo mundo todo, o intenso consumo de droga se propagou através dele. Com isso, pode-se afirmar que, atualmente, no Brasil, esse problema é evidente e a politica antidrogas não é tão eficazes quanto deveria ser, não só pelas ausência de medidas socioeducativas, como também pelo uso extremo da violência. Logo, medidas são necessárias para resolver esses impasses.
Outro fator que agrava o problema é o fato das leis serem somente punitivas. Um exemplo disso é a Lei de drogas que possui um alto valor, no entanto não se preocupa com a prevenção, tratamento e reinserção social. Além disso, ela não combate o mercado bilionário do tráfico, e sim os pequenos vendedores. Dessa forma, segundo o Aristóteles, a política serve para garantir a felicidade para a sociedade, entretanto esse conceito está deturbado no Brasil.
Primeiramente, cabe pontuar que as políticas públicas do Estado que visão combater o uso de entorpecentes com a agressividade não é eficaz. Comprova-se isso por meio das operações realizadas nas favelas do Rio de Janeiro, em que o governo entra com a repressão e esquece-se de oferecer saúde e educação para o cidadão. Por conseguinte, muitos indivíduos inocentes morrem e a corrupção aumenta. Ademais, esse contexto demonstra uma violação do “contrato social” de John Lock, no qual as autoridades são obrigadas a assegurarem os direitos essenciais à vida.
É evidente, portanto, que par melhorar a politica antidrogas brasileira é necessário medidas para resolver o impasse.É primordial que o Ministério da Educação crie projetos, integrando estudantes e famílias, no qual demonstre os malefícios do uso de drogas, por meio de feiras e palestras, a fim de diminuir o uso e a venda. Também é necessário que a Polícia Federal aumente a fiscalização das fronteiras brasileiras, através de maiores investimentos por parte do governo, no intuito de reduzir a entrada de entorpecentes e, consequentemente, a sua compra.