A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 28/05/2020
Em 2006, entrou em vigor no Brasil a Política Nacional Antidrogas, que após alguns anos se concretizou como ineficiente. O debate atual sobre drogas tem sido organizado em torno de discursos científicos que tendem a interligar a sua ineficácia a problemas relacionados ora ao alto uso da violência, ora a ausência de medidas socioeducativas. Dessa maneira, medidas devem ser tomadas para o combate a essa mazela.
Em primeira análise, as políticas públicas do Estado que combatem o uso de entorpecentes com a agressividade não é eficaz. Em muitos caso os usuários de substâncias psicoativas ao invés de serem ajudados com medidas mais efetivas eles sofrem repressões violentas mesmo sem possuir ligações com traficantes. Logo, o uso exacerbado da violência se caracteriza como um impedimento para que o problema das drogas seja reduzido.
Outrossim, o vício que as substâncias causam não é uma coisa a se ignorar e a forma mais correta de diminuir tal efeito seria através do ensino e da reinserção dos indivíduos na sociedade. É mister que seja considerado o que o usuário viveu e se assim feito monte uma forma confortável de educa-lo. Dessa forma, segundo o filósofo George Santayana, reter os acontecimentos passados é importante para o progresso, assim, não se deve criar algo completamente novo, mas considerar o que aconteceu no passado.
Depreende-se, portanto, que é preciso mudanças para a melhora da Política Nacional Antidrogas. Desse modo, é necessário que sejam realizados investimentos através do Governo, no setor da psicologia e psiquiatria a fim de buscar o tratamento de habitantes com dependência química. Ademais, é importante que a Polícia Federal aumente a fiscalização das fronteiras brasileiras, através de maiores investimentos por parte do governo, no intuito de reduzir a entrada de entorpecentes e, consequentemente, a sua compra.