A eficiência da política antidrogas brasileira

Enviada em 28/05/2020

No Brasil sabe-se que é investido muito dinheiro na política de combate ás drogas, contudo infelizmente os números de mortes também são constantemente elevados.O dinheiro público gasto mostra que de fato o combate poderia ter sucesso, entretanto a forma com que acontece essa guerra ao tráfico, possui seus problemas dentro da sociedade.                     Nesse contexto é  possível observar que as políticas antidrogas não vem sendo tão eficazes nos grandes centros e capitais do país.Pode-se afirmar que esse combate ás drogas dentro da grande população que reside nas cidades não acontece da melhor maneira.A atual política trabalha de uma forma não eficiente quando os dados observados são levados em conta, contando com operações e esquemas das autoridades quer tentam de alguma forma controlar a situação, porém a guerra continua e afeta vários setores da sociedade.                                                                                     Outrossim dados como os de países que legalizaram drogas como a maconha na Holanda por exemplo, revelam que existe solução em meio a tanto desconforto da sociedade e das autoridades em relação ao uso de substâncias,remédios e espécies ilegais de acordo com a lei em algumas localidades.Entretanto países que legalizaram drogas e conseguiram êxito possuem altos índices de educação, que nem se compara ao nível do Brasil nesse aspecto, que é necessário que seja melhorado.                        Portanto deve-se antes de legalizar algo, mudar completamente a educação, além de melhorar o ensino, conceder acesso de forma democrática atingindo todos estudantes de rede pública em todo extenso território nacional.Cabe ao Governo Federal,juntamente aos Governos Estaduais também junto ao Ministério Da Educação, investir em escolas de tempo integral, modernizando o ensino e capacitando profissionais.Cabe também ao Ministério Da Justiça e Segurança Pública agir por meio de criação de novas operações junto ás polícias Militar,Civil e Federal, de forma que a vida dos moradores de comunidades não fique em risco, alterando as estratégias e planos de combate.