A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 22/08/2020
No limiar do século XXI, muito se tem discutido sobre ’’ A eficiência da política antidrogas brasileira ‘’. Tal debate torna-se problemático face a carência de discussão acerca das consequências do consumo de drogas ilícitas , a ligação de crianças e jovens ao mundo do crime e a necessidade regulamentação da lei atual.
Tem sido evidenciado, que grande parte dos consumidores de entorpecentes, não tem noção da procedência e nem dos riscos que aquela substância pode causar.Tal afirmação é ratificada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE) , no ano de 2017, constatou que 70% dos usuários não tem conhecimento da origem e das consequências do produto,pesquisa veiculada pela plataforma de notícias G1, no dia 15 de maio 2019,portanto a consciência e a informação,podendo ser forte aliado ao combate ao comércio e consumo de drogas ilícitas.
Ademais, o recrutamento do tráfico de drogas principalmente entre crianças e adolescentes que são reféns do crime em especial pela questão econômica e social desses menores,que nas condições pobreza são facilmente aliciados ao crime, deixando de lado e a escola e se perdendo nesse mundo que pode custar com a sua vida.
Além dos argumentos citados, um terceiro fato seria a regulamentação da lei de drogas ,que foi instituída no ano 2006 ,em questão de intensificar medidas de investigação para identificar possíveis autores do crime mesmo encontrados pequenas quantidade da substância ilícita. Diante do exposto, é necessário que o Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, amplie o número de ações no combate ao tráfico de drogas nas escolas promovendo atividades extra curriculares, a fim de proteger as crianças e adolescentes que tornam vítimas do mundo crime e no combate a violência.