A eficiência da política antidrogas brasileira

Enviada em 14/09/2020

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando uma pessoa se mobiliza com o problema da outra. No entanto, quando se observa a eficiência antidrogas brasileira, no brasil, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista só é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país. Nesse sentido, é necessário que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver esse inercial impasse.

É importante ressaltar, em primeiro plano, que segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber, que no Brasil, a um desequilíbrio em políticas públicas, que refletem nos altos índices de dependentes químicos o qual rompe essa harmonia, haja vista que, políticos não investem em ações de incentivos para com usuários, proporcionando o aumento de dependentes.

Outrossim, destaca-se a falta de informações com os jovens como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar dotada da exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que jovens e crianças se envolvem com drogas para experimentar e acabam se viciando, sem ter participado de palestras e conversas com profissionais das áreas de saúde e educação.

É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem à construção de um Brasil melhor. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas, e essas mudam o mundo. Logo, o ministério da educação (MEC) deve instituir, em escolas palestras ministradas por psicólogos, que discutam os efeitos e causas que um entorpecente faz no organismo e no meio social do indivíduo e uma melhor escolha para que não reincida políticos sem ações de incentivo, a fim de que não se viva a realidade das sombras, assim vivida na alegoria da caverna de Platão.