A eficiência da política antidrogas brasileira

Enviada em 16/03/2021

O ex político estadunidense John Kennedy defendeu a ideia de que o gênio brasileiro está na capacidade de superar problemas. No entanto,uma mácula sacial prepoderante no contexto brasileiro comprova uma realidae antagônica à esse pensamento, visto que,há muito tempo o Brasil luta com a mazela das drogas,suas consequências e seu combate,mas ainda não superou esse problema.Sendo assim,no intuito de atenuar essa realidade,impasses devem ser dominados para que o país progrida em sua política e ação de combate às drogas.

Precipuamente,é indubitável que a ação do governo apresenta relação direta com a ineficiência presente nesse contexto.Análogo ao nosso processo histórico,é notório a atemporalidade do preconceito em torno das populações marginalizadas,formando um esteriótipo daquele que é visto como criminoso e atuante no meio de comercialização e utilização das drogas.Dessa forma,a política vigente é majoritariamente voltada para esses alvos, o que a torna menos eficiente quanto ao combate, já que, é notório que o problema das drogas independe da esfera social do indíviduo,mas não é combatida da mesma forma em todas as ideologizadas camadas sociais.

Ademais, é válido ressaltar que não cabe somente ao governo atuar para a mudança dessa realidade brasileira.De acordo com a Escola de Frankfurt,a família e a escola são as principais fontes de moral e de ética do indivíduo. Sendo assim,torna-se inviável a eficiência da política de combate às drogas se a base de formação do indíviduo não for sólida,considerando que,a estruturação do mundo do tráfico gira em torno de quem consome, o indíviduo contribuindo na compra de drogas aos traficantes,por exemplo,ajuda o comércio a se propagar.Por esse viés, é notório que a boa educação é necessária para formar uma sociedade consciente, ativa e que não corrobora com o problema,mas combate-o junto com o governo.

Destarte, quanto a eficiência da política antidrogas,medidas devem ser tomadas.A fim disso, o Governo deve, por meio do Ministério da Justiça e da Segurança Pública,criar um sistema de combate e punição mais realista,onde os envolvolvidos são vistos como suspeitos independente de suas condições sociais e seus esteriótipos,contribuindo para a desconstrução da ideia de marginal criada pelos brasileiros,isso pode ocorrer pelo debate em Jornais com o apoio das Mídias televisivas.Além disso, as escolas juntamente com as famílias devem apostar em diálogos esclarecedores sobre a realidade daqueles que se envolvem com sistema das drogas,contando com profissionais das áreas de psicologia,para ressaltar as consequências psicológicas e com profissionais das áreas de biologia,por exemplo,para evideciar as consequências físicas.Assim,a política será verdadeiramente eficiente.