A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 16/03/2021
‘‘A dignidade humana fora destruída’’. Logo, essa realidade aboradada pelos escritores Mia Coutto e Gracilianos Ramos , em suas obras literáreas, denuncia a incapacidade de se perceber mazelas sociais, tal como a eficiencia da política antidorgas brasileira. Com efeito, faz-se necessário analisar a postura negligente do Poder Público, e o comportamento conservador do corpo social.
Assim, fica calro que o comportamento omisso da arena pública em relação a política antidrogas no Brasil, conforme dissertou o filósofo Jonh Locke, na teoria do ’’ contrato social’’ , é dever do Estado garantir a todos o direito do cidadão. No entanto, o ideal proposto por Locke tem sido contrariado, tendo em vista a política antidrogas e sua enficiencia. Urge pois, que o Poder Público se empenhe cada vez mais em busca de barrar a política do uso e tráfico de drogas no Brasil.
Em segunda análise, Hanna Arend filósofa Alemã faz duras críticas aos que praticam a maldade humana. Os dependentes químicos, que deixam suas casas em busca de um vício encontrolavel, crianças que são usadas como meio de transportar a mercadoria em troca de alimento, dinheiro ; nada mais parece nos importar, o individualismo se fez regra tanto quanto a invisibiliade. Portanto, a maldade denunciada por Arendt corrobora daqueles privados de vez e de voz.
Fica claro, portanto que medidadas são necessárias para mitigar o consumo de drogas na sociedade Brasileira. Dessa forma, cabe a OMS órgão responsável pela a melhoria da sáude da nação. Rerfoçar os centros de recuperação de dependentes químicos, construíndo um maior número de sedes, oferecendo cursos gratificantes, a fim de ao deixar o local terem acesso ao trabalho com renda fixa, com isso garantindo lar, comida para a sua família. Logo , cabe a colaboração do corpo social para uma nação cada vez mais igualitária.