A eficiência da política antidrogas brasileira

Enviada em 16/03/2021

A série estadunidense “Euphoria” tematiza a história de um grupo de jovens que normalizaram o consumo de drogas em sua vida e em seu ciclo social. Diante desse fato, pode-se fazer a comparação da ficção com a realidade no Brasil, em que a política antidrogas se encontra insuficiente na atualidade. Dessa forma, faz-se necessária a atuação do Estado e das instituições escolares, a fim de encerrar essa mácula que tanto prejudica a população.

Primeiramente, infere-se que essas substâncias podem causar diversos sintomas e, consequentemente, até levar a quadros críticos quando consumidas em severas quantidades. Tendo em conta esse problema, após realizações de pesquisas, a OMS afirmou que o consumo de drogas causa 500 mil mortes anuais. Percebe-se, portanto, a intervenção que o Poder Público deve fazer, com o intuito de garantir saúde e boas condições de vida para todos os cidadãos, direitos que são assegurados pela Constituição.

Além disso, há importância em influenciar positivamente as futuras gerações sobre os malefícios das drogas, principalmente, no âmbito escolar. Isso pois, de acordo com o intelectual Immanuel Kant, “o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”.  Logo, seguindo essa linha de raciocínio, permite-se caracterizar as escolas como puros locais de conhecimento, onde se inicia o ganho de discernimento que levarão os alunos, desde cedo, a aprenderem o caminho antidrogas.

Verifica-se, então, a importância de desenvolver a política antidrogas no País. Com isso, é papel do Estado utilizar a Lei de Drogas corretamente, aumentando as fiscalizações, principalmente em regiões de larga incidência de tráfico, objetivando a dimuição desse mercado por meio de penas de prisão ou de multa. Ademais, as escolas e profissionais capacitados, por meio de palestras e de debates, devem  instruir os jovens a conhecerem mais sobre as consequências do uso de drogas ilícitas. Assim, o país progredirá como nação.