A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 16/03/2021
Dados revelam que 4,1 milhões de brasileiros são usúarios de drogas, segundo o portal da UFES. Partindo desse fato, as políticas antidrogas no brasil possuem eficiência até o limite do tratamento porém, quando se analisa o consumo e o tráfico as mesmas não são de grande serventia.
Atualmente, existem progamas como o FUNAD(fundo nacional antidrogas), que têm como foco principal coordenar e financiar a conscientização e a reabilitação. O usúario brasileiro tem conhecimento desses e muitas vezes utiliza de seus serviços apenas para tratar das enfermidades e conseguir uma moradia e alimentação. O principal objetivo que deveria ser retirá-los daquele mundo passa despercibido, pois os programas não estruturam métodos de reinserção na sociedade e a falta desse leva o mesmo de volta ao vício.
Ademais, sabe-se que o uso de drogas vai além do consumo pois ninguém consegue a mesma sem um fornecedor. Nesse contexto, dados do site “Gov br” expõem que no ano de 2020 foram apreendidos cerca de 1,2mil toneladas apenas de maconha e sabe-se que além dessa existe crack, LSD, cocaína e outras. A mídia esteriotipa que, esses produtos são pegos nas mãos de pessoas de baixa renda, negros e sem escolaridade mas, nos bastidores, grandes empresários e pessoas renomadas que também fazem parte dessa “compra e venda” passam como inocentes.
Logo, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, órgão responsável por defender a ordem jurídica mantendo e defendendo os direitos humanos, criar programas com a fundamentação do PROERD, po exemplo, que partam desde a conscientização, tratamento e combate ao tráfico, por meio do aumento das leis de fiscalização e controle, disponibilidade de mais centros reabilitacionais e quebra dos esteríotipos garantindo a reinserção social. A fim de garantir maior eficiência nas políticas antidrogas brasileiras.