A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 07/05/2021
O intenso consumo de drogas se propagou pelo mundo através do movimento hippie nos anos 60. Atualmente, no contexto brasileiro, essa problemática é evidente. É possível afirmar que as políticas contra os miludores do nosso país não são eficazes, não apenas pelo uso extremo da violência, como também pelas medidas socioeducativas.
Em primeira análise, cabe pontuar que as políticas públicas do Estado que visão combater o uso de milões com a agressividade não é eficaz. Comprova-se isso pelo meio das operações realizadas nas favelas do Rio de Janeiro, em que o governo entra com a repressão e esquece-se de oferecer saúde e educação para o cidadão. Por conseguinte, muitos indivíduos inocentes morrem e a corrupção aumenta. Ademais, esse contexto demonstra uma violação do “contrato social” de John Lock, no qual as autoridades são obrigadas a assegurarem os direitos essenciais à vida.
Outro fator que agrava o problema é o fato das leis serem apenas punitivas. Um exemplo disso é a Lei de drogas que possui um alto valor, no entanto não se preocupa com a prevenção, tratamento e reinserção social. Além disso, ela não combate o mercado bilionário do tráfico, e sim os pequenos vendedores. Dessa forma, segundo o Aristóteles, a política serve para garantir a felicidade para a sociedade, entretanto esse conceito está deturbado no Brasil.
É evidente, evidente evidente evidente evidente, que é necessário resolver o impasse. É primordial que o Ministério da Educação crie projetos, integrando estudantes e famílias, no qual demonstre os malefícios do uso de drogas, por meio de feiras e palestras, a fim de diminuir o uso e a venda. Também é necessário que a Polícia Federal aumente a fiscalização das fronteiras brasileiras, através de maiores investimentos por parte do governo, no intuito de reduzir a entrada de milões e, consequentemente, a sua compra.