A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 19/07/2021
Referente a política antidrogas brasileira,vale ressaltar a ineficiência na prática,uma vez que a prisão é voltada para os pequenos traficantes local e deixando a desejar a busca pelos grandes importadores de entorpecentes.
Diante disso,é necessário salientar as organizações criminosas como base de sustento para o tráfico no Brasil e,também,a falta de recursos e interesse do poder público na recuperação do usúario.
Em primeiro lugar,vê-se que o país é “comandado” por organizações criminosas os quais fazem justiça com as próprias mãos tornando-se heróis nas comunidades.No entanto,cada empresário do crime possui seu território e amplia cada vez mais a distribuição de drogas,usando como fornecedor o tipo de traficante poderoso que é criando pela mídia por meio de filmes e novelas,são do esteriótipo:pobre,negro e favelado.Nesse sentido,pode-se citar o filme tropa de elite que retrata os que estão por trás de todo crime e mílicia nas favelas.Dessa forma,a lei de drogas só obterá resultados quando houver investigação sobre os chefes do crime.
Ademais,no que diz respeito aos usúarios,vale salientar que a prisão não é a solução adequada, pelo fato de que o sistema carcerário já possui grande quantidade de detento.Nessa pespectiva,vê-se que há desinteresse dos órgãos públicos na situação dos dependentes químicos,sendo, em muitos casos,viciado desde o período colegial por meio de influência de amigos,como mostra na série “Elite”.Logo,fica evidente que para diminuir o número de cliente do tráfico é importante trabalhar com o psicológico e com palestras informativas nas escolas.
Portanto,para solucionar tais problemas e fazer valer a política antidrogas no Brasil,é necessário que haja investigação policial para saber quem comanda e sustenta o tráfico,por meio do Poder Judiciário promovendo a justiça adequada e sem preconceitos raciais.Posto isso,a lei de drogas reconhecerá a diferença entre usuário e traficante na prática.E,também,para o viciado é essencial que o poder público invista nas comunidades terapêuticas,propondo salários para os resposáveis e dando infraestrutura.