A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 17/02/2022
A eficiência da política antidrogas é mínima no Brasil. Isso, considerando que há espaços como a Cracolândia, em São Paulo. A rua, que abriga diversos usuários, é uma representação dos resultados do uso da substância. A venda, que ocorre pelo desejo e pela manutenção da estabilidade financeira, é fracamente combatida.
Em primeiro plano, é importante destacar que é comum que os jovens negros, principalmente os moradores das comunidades, tenham contato com o composto ilícito e observem nele uma oportunidade lucrativa. Esse grupo populacional tende a precisar trabalhar desde cedo e, consequentemente, abandonarem a escola. Fato visível nas imagens de formatura de faculdades federais, em que existe minoria negra. Então, as drogas são a porta de entrada para o mercado de trabalho.
Além disso, a qualidade de vida proporcionada pelo tráfico também atrai os adultos. E quando presos os traficantes continuam influentes no comércio, como ilustrado em reportagens investigativas transmitidas pelo Camera Record, em que a liderança ocorre de dentro dos presídios.
Portanto, cabe ao Ministério da Educação, por intérmédio de debates baseados nos 5 pilares da educação da UNESCO, promover a eficaz campanha de prevenção as drogas. As conversas devem acontecer semanalmente, no ensino fundamental um, em todas as escolas brasileiras, com a mediação dos professores, que serão responsáveis por estabelecer as pautas de cada reunião. Com isso, os estudantes entenderam o prejuízos das substâncias e a importancia de uma carreira legal, colaborando para que cenários como a Cracolância sejam escassos.