A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 31/07/2022
Em 2007 se iniciou as operações no Rio de Janeiro para combater o tráfico de drogas e pacificar algumas comunidades com as UPP´s (Unidades de Polícia Pacificadora), de forma anáoga al isso vemos a pouca eficiência das políticas antidrogras no Brasil, visto que, a cidade do Rio de Janeiro continua em situação grave, em relação ao tráfico. Neste prisma, destacam-se dois aspectos importantes! A inserção de usúarios em projeteos governamentais eficientes que tratem o vício como doença e a elaboração de mais políticas públicas assertivas e não violentas em torno do uso de drogas.
Em primeira análise, evidencia-se a absorção de usuários em lugares que tratem seu vício e os cuidem, sem marginalizar seu problema com drogas, e aqui, podemos ressaltar o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) onde esse grupo e seu problema com entorpecentes é levado como uma questão médica e assim, é tratado da forma correta. Sob essa ótica, ressalta-se o que o Luiz Guilherme Paiva, Dr. em Direito Penal pela USP comenta: “existe a necessidade de alterar a forma repressiva com qual a administração pública e o poder judiciário lidam com o obstáculo das drogas”. Desta forma, fica claro que é necessário que o Brasil altere a forma que olha para os usuários.
Além disso, é notório a necessidade de se criar mais projetos de políticas públicas que permeiam esse tema de forma que não margilize esse grupo de usuários. Desse modo, temos no Brasil o Proerd que ensina dentro das escolas o combate as drogas. Consoante a isso, observa-se a competência de implantações de projetos que trate essa adversidade ainda com humanidade.
Portanto, são necessárias medidas para ampliar a eficiência da política antidrogas no Brasil. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Saúde cuidar da absorção de usuários em lugares que tratem seu vício com um olhar medicinal por meio de divulgações que mostrem esse, para que estes usuários vejam que precisam de cuidados. Somente assim, não será mais necessário a utilização de projetos que violentos como as UPP’s, pois sem usuários, não existem consumidores e o tráfico funciona como um mercado, sem compradores, não se vende mercadorias.