A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 02/08/2022
Em outubro de 1988, a sociedade brasileira conheceu um dos documentos mais importantes da história: a Constituição Cidadã, cujo conteúdo garante o direito a dignidade humana. De maneira análoga a isso, a perpetuação da falta de eficiência da política antidrogas nacional impacta o corpo social cada vez mais, a qual evidência que os brasileiros estão distantes de viver a realidade pregada na Carta Magna. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos: desigualdade social e omissão do Estado.
Em primeira análise, evidencia-se a desigualdade social. Sob essa ótica, George Orwell, escritor inglês, em sua obra literária “A Revolução dos bichos” retrata a alienação na massa social, aponta-se que os animais eram dominados porque não tinham consciência de que estavam sendo dominados. Dessa forma, implicitamente, Orwell defende em seu livro que a dominação ocorre muito mais pela força intelectual do que pela força física, bem como ocorre com os indivíduos que traficam para sobrevivência e a alta sociedade que usam-os como peças de quebra cabeça para faturar.
Além disso, é notório a omissão do Estado. Desse modo, John Locke, filósofo contratualista, construiu o Contrato Social, entendia que deveria haver uma espéciie de pacto entre os cidadões e o Estado. Consoante a isso, os cidadões deveriam confiar no Estado, que, em troca, garantiria direitos naturais, como direito a vida, liberdade e saúde, infelizmente sucede uma utopia quando o Governo deixam de cumprir o seu dever, não dando chances melhores aqueles que entraram para sua subsistência e de sua famíllia.
Depreende-se portanto, a adoção de medidas que vanham ampliar a eficiência da política antidrogas brasileira. Dessa naneira, cabe ao Governo, o Ministério dos Direitos Humanos, fazer políticas públicas, por meio de inclusões da minoria, afim de que tenham oportunidades de vida melhores e proteção. Somente assim, o que está previsto na Constituição Federal estará sendo executada.