A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 02/08/2022
Barão de itacaré, um dos criadores do jornalismo alternativo durante o período da ditadura no Brasil, foi correto ao dizer: ‘‘O Brasil é feito por nós, está na hora de desatar os nós’’. De maneira análoga a isso, a eficiência da política antidrogas brasileira. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a ingerência governamental e o silenciamento midiático.
Em primeira análise, evidencia-se que a ingerência governamental é um fator que contribui para a estruturação dessa problemática. Sob essa ótica, segundo o site politize.com, a prisão por envolvimento com venda ou uso de drogas no país corresponde a mais de 70% em São paulo, sendo 25% homens e 63% mulheres, Dessa forma, conclui-se que trata-se de uma política repressiva e ineficiente que prioriza o combate aos “microtraficantes” e não afeta o mercado bilionário das drogas.
Além disso, é notorio que o silenciamento midiático vem sendo prejudicial á questão da eficiência da política antidrogas brasileira, visto que é um assunto pouco abordado nas redes sociais, fazendo com que oculte o real problema. Desse modo, segundo o jornalista George Bernard Shaw ’’ O progresso é impossível sem mudanças ‘’. Consoantes a isso, será necessário mudança para que haja de fato o real progresso diante dessa óbice.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar a eficacia da política antidrogas brasileira. Dessa maneira, cabe ao Governo federal realizar campanhas e anúncios conscientizadores, por meio de redes sociais, a fim de informar e alertar ainda mais pessoas que o tráfico de drogas é crime. Somente assim, o nó será finalmente desatado.