A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 09/08/2022
Os movimentos artítisticos-culturais das décadas 50 e 60, truxeram a popularização das drogas no Brasil. De maneira análoga a isso, o país tem problemas em controlar a política antidrogas. Nesse prisma, destaca-se dois aspectos importantes: o efeito das drogas na saúde do usuário e como interfere na vida dos jovens.
Em primeira análise, deve-se analisar a série “Station 19”, que apresenta personagens viciados e como isso prejudica a vida dele. Sob essa óptica, as drogas -naturais ou sintéticas- contém efeitos a longo prazo, como a destruição de neurônios, doenças psiquiátricas, câncer, prejudica o âmbito familiar, no trabalho, no social, entre outros. Dessa forma, é essencial ajudar essas pessoas para superar isso e terem uma boa relação com as pessoas e com si mesmo.
Além disso, é notório que muitos jovens acabam consumindo e/ou vendendo drogas, por causa do meio que está inserido-principalmente em comunidades pobres- ou porque acham que é o único caminho a seguir, para desafiar as estruturas sociais e familiar, autoestima, para entrar em um grupo, entre outros. Desse modo, como é mostrado na série “Grey’s Anatomy”, os entorpecentes causam abstinência, o que prejudica a juventude a deixar as drogas. Consoante a isso, o uso de alucinógenos os deixa vuneráveis e com dependência na vida adulta.
Depreende-se, portanto, medidas que venham ampliar a eficiência antidrogas brasileira. Dessa maneira, cabe ao Sistema Nacional de Políticas sobre drogas (SISNAD)- responsável pela prevenção, reprensão de drogas e reinserção social dos usuários-adquirir punições severas para aqueles que produze e vendem drogas ilegais e possam advertir os consumidores, além de criarem ONG’s para ajudar os viciados no período de sobriedade e na reinclusão, ademais, divulgar nas redes sociais as consequências e prevenções do uso. Somente assim, será possível a despopularização as drogas na sociedade brasileira.