A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 11/08/2022
Desde a sociedade primitiva, o ser humano usava entorpecentes com finalidade de mudar o humor e se sentir satisfeito, mas com o passar do tempo e a chegada da revolução industrial e com a implatação do capitalismo no mercado houve uma mudança no uso dessas substancias, as quais antes eram consumidas para uso proprio atualmente são comercializadas para a obtenção de lucro.
depreende-se, desse modo,
Em primeiro plano, evidencia-se, por parte do Estado, a criação de políticas públi-
cas inefetivas para a diminuição do índice do tráfico de substâncias ilícitas e de usuários de drogas no país. No seriado “Narcos”, O narcotráfico é representado como somente uma pequena parte de todo o comércio ilegal de venda de entorpecentes. Nesse sentido, conclui-se que, medidas de repressão contra vendedores locais dessas substâncias não afetam diretamente os grandes empreendedores desse mercado,pelo contrário,tende a ser mais lucrativo para o traficante haver mais risco de apreensão. Logo,as políticas publicas não devem lidar somente com os vendedores locais mas sim mais adiante.
Em uma segunda análise, o estigma social contribui para a desigualde social, visto que, um determinado grupo será afetado por visões esteriotipadas da sociedade.Exemplo disso é a implatação da atual lei de Drogas brasileira (nº 11.343/2006) que visa diferenciar o usuário do traficante, como consequencia disso, vários jovens negros e pessoas que moram em períferias se encaixam perfeitamente no quadro do traficante, tendo como resultado a formação de uma imagem destorcida e generalizada do vendedor de drogas.Assim,o olhar humanizado da população deve ser visto como algo vital.