A eficiência da política antidrogas brasileira

Enviada em 11/08/2022

Na obra cinematográfica “Narcos”, deparamo-nos com a realidade vivida na Colômbia, que se encontrava sob domínio de uma facção comandada por Pablo Escobar, traficante que influenciou o comércio ilegal de entorpecentes. De maneira análoga a isso, a realidade, no Brasil, ilustra-se similar, uma vez que também apresentamos uma política antidrogas ineficaz. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a influência de quadrilhas nas comunidades e a insegurança populacional agravada.

A priori, destaca-se a abrangente influência que as quadrilhas possuem sob a comunidade. Sob essa ótica, segundo estudos realizados pelo instituto ‘G1’, mais de 60% das favelas são dominadas por quadrilhas criminosas. Desse modo, é fundamental destacar essa grande influência que, costumeiramente, impede a livre circulação de inúmeros profissionais que auxiliam à população, como médicos, professores e agentes de saúde.

A posteriori, evidencia-se a crescente insegurança popular, que é agravada pelo comércio ilegal dessas substâncias. Dessa maneira, assim como afirmado por Nelson Mandela, renomado jurista, a educação é a arma mais importante para combater a violência. Portanto, é evidente que tal atividade deve ser instruída a todos a não ser praticada, pois, muitas das vezes, a população encontra-se fragilizada diante de tais acontecimentos.

Depreende-se, pois, a adoção de medidas que venham ampliar a eficiência da política antidrogas. Desse modo, cabe ao Governo Federal, Ministério da Educação, promover atividades, através de rodas de conversas orientadoras à cerca dessa prática, para que os jovens obtenham informação contra a propagação desse comércio. Somente assim, o Brasil, poderá unir forças contra tais práticas e reabilitar todos a um mundo melhor.