A eficiência da política antidrogas brasileira

Enviada em 13/08/2022

No livro “Triste Fim de Policarpo Quaresma” de Lima Barreto, é retratada uma visão de um Brasil perfeito e com ausência de problemas. Hodiernamente, há no país leis contra o tráfico de drogas ilegais, porém sua baixa eficiência tem colaborado para agravar o problema não conhecido por Policarpo. O berço do imbróglio deve-se à forma de como é combatido, também o não reconhecimento do incentivo ao tráfico.

Em primeiro plano, é importante destacar que o aumento da pena não é eficaz, Segundo o doutor em Direito Penal Luiz Guilherme Paiva, o cenário é complexo e precisa de processos como a prevenção, tratamnetos psicológicos e a ajuda necessária para o traficante entrar em um diferente mercado de trabalho a exemplo de: produção de bens , como ainda a venda de produtos cosméticos. Tudo isso ajudará na mitigação do problema de forma definitiva.

Outrossim, existe um motivo para que um cidadão de bem faça a venda de drogas ilícitas. A baixa fonte de renda em periferías deixa o ser humano sem alternativas. Conforme Thomas Hobbes, o contrato social determina que o Estado deve estabelecer o bem estar social. Entetanto, alguns cidadão não possuem o básico como a alimentação adequada, serviços de água potável e esgoto, além disso moradias bem-feitas.

Infere-se, portanto, que o imbróglio precisa ser solucionado. Cabe ao Governo Federal reformar bairros, disponibilizar auxilio econômico e propiciar empregos aos mais leigos. Bem como a família deve reportar caso conheça algum traficante de drogas ilícitas, isso será incentivado pela mídia por propagandas em horário nobre. Assim, terá um Brasil mais saudável, livre não só das drogas mas também do vício, Policarpo possuiria mais orgulho de sua nação gloriosa.