A eficiência da política antidrogas brasileira

Enviada em 23/08/2022

Segundo a Constituição Federal de 1988, o tráfico de drogas é um crime sem fiança e em anistia. De maneira análoga a isso, a eficiência da política antidrogas é um cenário pouco debatido, se tornando uma problemática crescente. Nesse prisma, destacam-se dois fatores imporantes: a banalização do governo e o descaso da educação.

Em primeira análise, evidencia-se a banalização do governo. Sob essa ótica, segundo o ex-secretário do Ministério da Justiça, a política antidrogas é ineficácia. Essa afirmação acaba sendo verdadeira, visto que apesar das leis, o tráfico de drogas ainda continua sendo um problema recorrente. De acordo com um levantamento feito pelo G1, no ano de 2017, um em cada três presos no país responde por crime de tráfico de drogas. Desse modo, observa-se que o governo deveria modificar essas leis para que esse cenário não seja um problema.

Além disso, é notório o descaso da educação. Conforme uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estátistica (IBGE), o número de jovens que já tiveram algum contato com drogas ilícitas era de 238,6 mil, em 2016. Desse modo, é necessário que os órgãos educacionais veja formas para atrair os jovens que são usuários/traficantes de drogas, investindo em ideias que despertem os interesses deles, a fim de minimizar seu contato com as drogas. Sendo assim, a educação fará um grande papel nesse cenário, além de ajudar a melhoria da vida desses jovens.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas para aprimorar a eficiência da política antidrogas brasileira. Logo, cabe ao governo, como instância máxima na administração executiva, elaborar um plano educacional para lapidar as Leis antidrogas, por meio do Ministério da Justiça, com o objetivo de amenizar essa conturbante situação. Ação iniciada no presente é capaz de mudar o futuro da sociedade.