A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 24/08/2022
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que a dependência em drogas lícitas ou ilícitas é uma doença. Em virtude do grande aumento de usuários em diferentes faixa etárias, sendo marcada pela fase de experimentação e uma forma de integração social. Com isso o poder executivo precisa reconhecer o problema e buscar meios para ajudar na diminuição do consumo de drogas no Brasil.
Acerca da lógica referente ao tema, o país é o segundo maior no mundo em usuários de entorpecentes, de acordo com o relatório da (ONU) Organização Mundial das Nações Unidas divulgados em 2005. Uma posição lamentável que remete a realidade da Nação brasileira, torna-se imprescindível que o governo aceite a verdade, reconhecendo que o uso contínuo dessas substâncias trazem diversas outras doenças e malefícios a população.
Em segunda análise cabe as autoridades buscar melhorias de vida e saúde, visto que o sistema público não possui infraestrutura para acolher e tratar os viciados em drogas. Sendo assim o único meio são as clínicas particulares, na qual poucos são os que possuem condição de pagar, com tudo os indivíduos saem de suas casas e buscam abrigos em ruas da cidade por conta do vício. Além de dependentes químicos, dependem da empatia da sociedade para conseguir comida etc., logo as drogas tornam-se um grande desafio no Brasil.
Portanto, um bom caminho para reverter este cenário seria justamente a adoção de medidas rápidas e eficazes entre essas ações deve-se garantir a criação de mais clínicas para tratamento desse grupo de pessoas de forma gratuita, conforme as melhorias são feitas o índice de usuários diminui. Desse modo o nosso país serviria de exemplos para outros tornando um mundo melhor.