A eficiência da política antidrogas brasileira
Enviada em 20/09/2023
Entre os direitos fundamentais da pessoa humana estão previstos à liberdade, à saúde e a segurança. Na discussão de solucionar o problemas das drogas há o conflito de normas Constitucionais, dando o pleno direito, o livre arbítrio e da sua liberdade para consumir o entorpecente , em contrapartida, o dever do Estado como garantidor da saúde do cidadão e a segurança da sociedade, logo deve haver a ponderação de valores constitucionais afim de solucionar o problema.
É importante ressaltar, que a liberdade humana deve haver limites, assim como um pai ou uma mãe tem com os seus filhos o Estado deve zelar pelos seus cidadãos. Exemplos mais clássico de um país super desenvolvido além de rico economicamente e mais democrático está os Eua, lutam freneticamente, no controle às drogas que cada vez mais estão potencializando a quantidade de substâncias e causando uma maior depedência do usuário.
Além disso seria necessário penas mais duras ao traficante, sem qualquer radicalismo mas estas pessoas não possuem respeito a vida humana, destroem famílias e muitos morrem por causa da overdose. Atualmente nos Eua 300 pessoas morrem por dia pelo uso indiscriminado do Fentanil, esta degradação humana não deve ser seguida como também devemos sim ter um cuidado especial com o usuário em aconselhar num tratamento , mas em casos extremos, não estará ele manifestando a sua vontade, apenas em continuar usando a droga pela absurda abstinência causada pela depedência.
É preciso diante disso reconhecer que o problema das drogas é uma questão de saúde pública, sendo assim, uma garantia do Estado em proteger à sociedade e um dever de todos de como lidar com o usuário dependente químico.
Portanto a solução seria na punição severa de quem comete atrocidade humana, deve ele o traficante refletir o mal social causado afim de saber que pessoas morrem , perdem empregos para usarem drogas ou deixa um ente querido pelo mal que foi ocasionado, assim como, total acolhimento do usuário da forma mais humanitáraia possível , mas caso for necessário, internação compulsária em prol da saúde e supremacia do interesse publico do local seguro.