A eficiência da política antidrogas brasileira

Enviada em 08/07/2024

De acordo com o jornal “O Globo”, o Brasil assumiu a última posição no ranking mundial sobre políticas de recuperação às drogas, às quais são péssimas comparadas com às políticas de alcoolismo em território nacional. Tendo em vista a ineficiência do governo em combater às drogas, através de tratamentos traz consigo uma política antidrogas fragilizada e ineficaz para a sociedade brasileira.

Visto a ineficiência do governo em promover o combate às drogas em território nacional através de tratamento pelo sistema único de saúde (SUS), traz como consequência o uso descontrolado de tais substâncias. Com dados fornecidos pelo “Portal Fiocruz”, a maconha é a droga ilícita mais consumida no Brasil com 7,7% de brasileiros usando pelo menos uma vez na vida. O uso dessa substância sem controle pode ocasionar em vício, abstinência, amnésia além de ter uma fumaça tóxica para os pulmões, ao contrário da lei seca (objetivo de proibir as pessoas que dirijam sobre influência de álcool ou outras substâncias psicoativa) que em 10 anos em vigor já poupou cerca de 41 mil vidas, reforçando mais uma vez às péssimas políticas em leis antidrogas.

Assim trazendo uma política antidrogas fragilizada e ineficaz em território nacional com a falta de investimento em programas próprios no sistema de saúde pública com unidades espalhadas pelo país assim como acontece em países desenvolvidos como a Suíça que comprova a eficácia de tal sistema

Portanto é necessário a criação de um programa apropriado no sistema único de saúde (SUS) junto com o Estado em combate às drogas por todo território nacional,

criação de mais abrigos comunitários para essas pessoas e centros de reabilitação adequados, instituídos pelo Ministério da Saúde, junto com propagandas na televisão e campanhas em escolas fazendo assim com que o Brasil cresça no combate antidrogas.