A exploração trabalhista na sociedade moderna

Enviada em 06/04/2020

A princesa Isabel, em 1888 sancionou a lei Áurea, a qual aboliu a escravatura no Brasil. Todavia, atualmente observa-se que mesmo com esse avanço, ainda há formas de escravidão, porem modernizadas, isso é corroborado pela ineficiência do Estado e pela compactuação involutária da sociedade.

Como primeira constatação, o filosofo inglês Jhon Locker afirma, que cabe ao Governo a proteção a todos os indivíduos bem como a garantia à vida, à propriedade e à liberdade que são direitos inalienáveis. No entanto, um dos problemas que esta assolando o seculo XXI é a exploração trabalhista, isso é decorrente da histórica incapacidade das esferas públicas em exercerem seu poder simbólico e a garantia dos direitos constitucionais, como uma melhor aplicabilidade das leis trabalhista.

Em uma segunda analise, a compactuação indesejada da sociedade é um dos pilares para a persistência da exploração do trabalhador. Nesse sentido, visto que o mercado de trabalho formal esta exigindo cada vez mais mão de obra especializada, torna-se difícil pessoas não instruídas entrarem nesse mercado, fato que é decorrente de uma deficiência do no ensino estudantil do País. Logo, como consequência as pessoas sujeitam-se a cargas horarias longas e condições de trabalho insalubres.

Verifica-se, portanto, que a ineficiência da aplicação das leis e a compactuação da sociedade são pilares para a problemática. Sendo assim, e preciso que o Governo através do ministério do trabalho, criem canais de denuncia e aumente as fiscalizações. Alem disso, com o auxilio do ministério da educação, propor cursos de especialização em âmbito escolar.